A Polícia Civil de Extremoz apura mensagens trocadas pela tutora do pitbull que atacou e matou Francisco Paulo da Silva, de 62 anos, enquanto ele trabalhava no quintal de uma casa na região metropolitana de Natal. A mulher foi presa no domingo (8) sob suspeita de ter provocado a morte do trabalhador, o que ela nega.
As investigações focam em conversas da suspeita com familiares, nas quais ela se referiu à vítima com termos ofensivos, como “verme”, supostamente motivados pela cor da vítima. A polícia também investiga uma possível demora de cerca de 20 minutos para o pedido de socorro, já que a mulher teria telefonado primeiro para um parente antes de acionar o atendimento médico.
O pitbull envolvido no ataque foi resgatado por um adestrador, que precisou usar equipamentos especiais para conter o animal, que estava agressivo e trancado em um quarto. Após o resgate, o cão será levado para um lar temporário, onde passará por tratamento e reabilitação antes de ser disponibilizado para adoção responsável.
A Justiça decretou a prisão temporária de 30 dias da tutora, período em que as apurações continuam para esclarecer as motivações do ataque e a conduta da suspeita.
Com informações do Agora RN.