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Tutora de cachorra morta por PM rejeita indenização e cobra justiça

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Amanda Dourado ainda sofre um ano após cão ser baleado durante abordagem policial em Guará (SP).

Quase um ano depois de sua cachorra Pretinha ser morta a tiros por um policial militar no centro de Guará (SP), Amanda Dourado segue abalada e em tratamento psicológico. A dona de casa considera insuficiente a indenização de R$ 12 mil determinada pela Justiça para compensar a perda do animal que esteve ao seu lado por dois anos.

O incidente ocorreu em agosto de 2025, durante uma abordagem da PM a um jovem suspeito de tráfico de drogas. No meio da confusão, três cães saíram de uma casa, e um deles foi baleado quatro vezes por um policial. O juiz responsável pelo caso reconheceu que o animal só escapou porque o policial arrombou o portão da residência e rejeitou a justificativa de legítima defesa.

Amanda lembra que Pretinha era dócil e tranquila, e que a tragédia a deixou profundamente abalada. "Ela já tinha recuado quando foi baleada, e mesmo assim levaram a vida dela. Nenhum dinheiro vai trazer ela de volta", afirma, destacando o impacto emocional que a perda causou. A Procuradoria Geral do Estado ainda não havia sido notificada sobre a decisão até o último contato.

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Com informações do g1.