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Preppers: a preparação real para emergências do dia a dia

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Grupo reúne pessoas que se organizam para enfrentar crises comuns, longe dos estereótipos apocalípticos.

Leigh Price, do País de Gales, desmistifica a ideia de que preppers são obcecados por cenários extremos como invasões zumbis ou guerras nucleares. Para ele, o foco está em se preparar para situações mais prováveis, como apagões, instabilidades sociais e ataques cibernéticos que podem derrubar a rede elétrica e afetar o acesso a água e alimentos. Sua loja, localizada em uma área rural cercada por florestas, oferece equipamentos e cursos para quem quer estar pronto para emergências cotidianas.

Segundo Price, o maior erro é imaginar que será possível sobreviver sozinho na natureza sem preparo adequado. A estratégia mais eficiente é garantir suprimentos básicos e buscar segurança em grupo, seja em casa ou junto de amigos. Ele destaca que o movimento reúne pessoas comuns, de diferentes origens e visões políticas, que querem apenas garantir autonomia por algumas semanas, sem depender do governo ou do comércio.

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Outro exemplo é Donna Lloyd, que começou a se preparar após um blecaute durante a pandemia. Ela recomenda começar com passos simples, como comprar uma lata a mais de comida e aprender habilidades básicas, como acender fogo. Para ela, a preparação traz confiança e tranquilidade, sem precisar abrir mão da rotina normal. Ambos concordam: estar preparado é uma questão de bom senso e pode fazer a diferença em momentos de crise.

Com informações do g1 Mundo.