Decisão de Alcolumbre de preservar investigação gerou tensão na CPI do INSS.
A CPI do INSS aprovou a quebra do sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, em uma sessão marcada por confusão e divergências entre parlamentares governistas. A votação simbólica gerou protestos e até confrontos físicos entre deputados e senadores, após a aprovação do requerimento na última quinta-feira (26).
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, manteve a decisão de preservar a quebra de sigilo, rejeitando a contestação da base aliada, que alegava que o número de votos contrários havia sido maior do que o contabilizado. Para Alcolumbre, eram necessários 16 votos contra para derrubar a medida, mas apenas 14 parlamentares se posicionaram assim.
Enquanto o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, acatou a decisão e descartou recursos ao STF, deputados como Alencar Santana e Rogério Correia criticaram duramente a postura, questionando a validade do processo e a contagem dos votos. O clima tenso na CPI refletiu as discordâncias internas e a disputa pelo controle das investigações.
Com informações do g1.