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Rio Grande do Norte

Alta de doenças respiratórias pressiona hospitais em Minas Gerais

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Estado amplia leitos e reforça equipes para enfrentar aumento de casos graves

Minas Gerais registrou mais de 6 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2026, com aumento expressivo entre março e maio, período tradicionalmente crítico para as unidades de saúde. A capital e a Região Metropolitana enfrentam alta internação de crianças por infecções respiratórias, elevando a demanda por atendimento especializado.

Para conter o impacto, a Secretaria Estadual de Saúde anunciou a abertura de 19 leitos de enfermaria no Hospital Infantil João Paulo II e sete leitos de UTI pediátrica no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. Além disso, as equipes médicas serão reforçadas com mais profissionais para garantir atendimento rápido e eficaz aos pacientes em estado grave.

O secretário de Saúde de Minas Gerais destacou a preocupação com casos que apresentam falta de ar, que exigem cuidado imediato e especializado. Com a expectativa de ocupação rápida dos novos leitos, outras unidades da rede estadual também estão ampliando os serviços de pronto-atendimento para atender à demanda crescente.

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A vacinação permanece como a principal estratégia de prevenção. Os imunizantes contra a gripe estão disponíveis para grupos prioritários, como crianças entre 6 meses e 6 anos, idosos e gestantes. Além disso, o estado oferece vacinas contra Covid-19, pneumonia, influenza tipo B e, pela primeira vez, vacina contra o vírus sincicial respiratório para gestantes, que protege o bebê durante a gestação.

Com informações do g1.