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Justiça dos EUA admite erro e libera documentos sobre Trump no caso Epstein

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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelou que documentos relacionados ao caso Jeffrey Epstein, contendo denúncias contra o ex-presidente Donald Trump, ficaram retidos por engano. Uma revisão interna identificou que 15 arquivos foram classificados incorretamente como duplicados, o que impediu sua divulgação imediata.

Entre os documentos liberados estão memorandos do FBI e da promotoria, incluindo relatos de uma mulher que afirma ter sido abusada por Trump e Epstein nos anos 1980, quando ainda era menor de idade. Também foi divulgado um registro da primeira denúncia feita ao centro de ameaças do FBI por uma amiga da vítima.

Trump nega as acusações e afirma que os novos arquivos o inocentam. A divulgação faz parte da Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, que exige o acesso público aos documentos relacionados ao caso. O Departamento de Justiça tem sido alvo de críticas pela forma como lidou com as informações, especialmente pela edição que expôs nomes de vítimas e ocultou figuras influentes citadas nos arquivos.

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Até agora, parte dos relatos da denunciante, como três de quatro entrevistas feitas pelo FBI, não havia sido divulgada, o que gerou questionamentos sobre a integridade dos arquivos. O departamento justificou a retenção de documentos por serem confidenciais, duplicados ou por estarem ligados a investigações federais em andamento.

Com informações do g1 Mundo.