Mulheres brasileiras relataram que um agente de modelos utilizava suas empresas para recrutar garotas e facilitar a obtenção de vistos para os Estados Unidos, onde visitariam Jeffrey Epstein. Segundo os depoimentos, o esquema envolvia o uso do trabalho em agências de modelos como fachada para atrair as jovens.
As brasileiras afirmam que esse agente agenciava o processo de viagem, incluindo toda a documentação necessária para que as garotas pudessem entrar nos EUA. O objetivo seria levá-las até Epstein, que já é conhecido por envolvimento em crimes contra menores.
Essa estratégia ajudava a driblar as restrições de entrada no país e funcionava como uma ponte entre as jovens brasileiras e o financista norte-americano. O caso reforça a dimensão internacional das redes associadas a Epstein.
Com informações do BBC News.