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CPI do Banco Master tenta estender prazo em meio a impasses judiciais

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Parlamentares buscam prorrogação para aprofundar investigação, apesar de decisões do STF que dificultam o trabalho.

A CPI do Crime Organizado no Senado enfrenta desafios para avançar nas apurações sobre a fraude no Banco Master. Com funcionamento previsto até 14 de abril, o relator Alessandro Vieira planeja pedir uma extensão de 60 dias, contando com o apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

A comissão tem acelerado os trabalhos para evitar entraves judiciais, como a reconvocação do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que havia conseguido habeas corpus para não depor. Além disso, aprovou novamente quebras de sigilo de empresas ligadas a investigados, atendendo a decisões recentes do STF que invalidaram votações simbólicas.

No entanto, a CPI sofreu revés com a concessão de habeas corpus ao ex-governador Ibaneis Rocha, que está dispensado de depor e pode permanecer em silêncio. Desde o início, a comissão lida com restrições de ministros do Supremo, que têm bloqueado quebras de sigilo e dificultado o acesso a informações essenciais. O presidente da CPI, Fabiano Contarato, orientou maior rigor na justificativa dos pedidos para contornar as limitações impostas.

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Na próxima semana, a comissão pretende ouvir Roberto Campos Neto e o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que indicou intenção de participar das sessões.

Com informações do Agora RN.