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Risco cardíaco cresce entre mulheres e exige atenção

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Estudo aponta aumento de doenças cardiovasculares e maior mortalidade em mulheres jovens.

Nos próximos 25 anos, o número de mulheres com problemas cardíacos deve aumentar significativamente, segundo pesquisa recente. Nos Estados Unidos, até 2050, seis em cada dez mulheres terão pressão alta, um salto em relação aos cinco em cada dez registrados em 2020. O crescimento será impulsionado pelo avanço de doenças crônicas como diabetes e obesidade, que também afetam gerações mais jovens.

O levantamento mostra que quase um terço das mulheres entre 22 e 44 anos enfrentará algum tipo de doença cardiovascular, número maior que o atual. Além disso, a mortalidade após o primeiro infarto tem crescido entre pessoas de 18 a 54 anos, sendo mais elevada nas mulheres dessa faixa etária. Apesar disso, elas recebem menos procedimentos para diagnóstico e tratamento em comparação aos homens.

Outra pesquisa revela que, mesmo apresentando menos placas nas artérias, as mulheres têm riscos semelhantes ou maiores de sofrer eventos cardíacos graves, especialmente após a menopausa. Isso ocorre porque artérias menores elevam o perigo com menor quantidade de obstrução. Especialistas reforçam que a prevenção é fundamental, com foco em hábitos saudáveis como atividade física, alimentação equilibrada, sono adequado e controle de fatores como pressão, peso e colesterol.

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Com informações do g1.