Durante a madrugada de sábado, Donald Trump não estava na Casa Branca para supervisionar os ataques aéreos contra o Irã, mas sim em Mar-a-Lago, sua residência na Flórida. Ali, em uma sala de crise especialmente equipada para operações militares, o presidente acompanhou toda a ação, mantendo contato constante com seus principais assessores e autoridades militares.
A sala, conhecida como SCIF, permite o manuseio de informações confidenciais e conta com rígidos controles de segurança, incluindo restrições ao uso de aparelhos eletrônicos. Nas imagens divulgadas, Trump aparece usando um boné branco com a sigla USA, diante de um mapa detalhado que destaca posições militares e alvos estratégicos dentro do Irã. Entre os presentes estavam o diretor da CIA, John Ratcliffe, e o senador Marco Rubio, que além do cargo de secretário de Estado, atua como conselheiro interino de segurança nacional.
Também participavam da supervisão Susie Wiles, chefe de gabinete do presidente, e Dan Scavino, seu adjunto e colaborador próximo. Outra foto mostra o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, analisando movimentações militares na região do Mar Arábico, enquanto o secretário de Defesa, Pete Hegseth, também aparece no local.
Em Washington, o vice-presidente J.D. Vance acompanhava a operação em uma sala de crise na sede do governo, ao lado de outros membros do alto escalão. Até o domingo, as forças americanas e israelenses haviam atingido mais de mil alvos no Irã, incluindo centros de comando e instalações de mísseis, resultando na morte do aiatolá Ali Khamenei e de figuras militares de destaque. O Irã reagiu com ataques de mísseis e drones contra bases dos EUA, Israel e alvos civis na região, enquanto a operação continua em andamento.
Com informações do g1 Mundo.